quarta-feira, 13 de julho de 2011

Cinza. Às vezes verde ou vermelho...

Das cores que giram reais no palco dos sentidos
que soam como timbres resilientes na busca incessante pela imensidão,
a alma repousa à luz do juízo ilhado.
As cercas do tempo se jogam no horizonte,
consomem os passos, os traços, os laços...
Visão alucinada do súbito alívio,
repentina existência que recende o descanso desejado.

Recontadas histórias aproximadamente distantes e permanecidas,
de fragilizados caminhos constantes e desencontrados,
encorajam-se pelas trilhas, que solam emergidas do acaso aceso.
Da lua, das fases...

Refugiada inquietude da íris paralisa os verbos que não se conjugam.
Tempo concedido, tempo concebido.
Como aquela pintura de arte musical inacabada.
Logrados sentidos rascunhados no papel em cores.

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Hj é nosso dia!
Apesar de o dia não ser nosso...