segunda-feira, 4 de julho de 2011

Plurais

Dizem não pense não olhe e não faça
O que lhe fere com suas próprias mãos
Apreciam sujam e destroem
As cores que separam o agora do infinito
Julgam  mentem e alegram-se
Pelo incógnito desnudo alheio
Sinto a ferida que não cura
Enxergo arco-íris momentâneos
***
Dialética prerrogativa da transgressão!